RACISMO? QUE DOENÇA É ESSA?

 

Por Duda da Bahia

É uma vergonha ver se falar em violência racial contra pobres trabalhadores catadores de latas ou de qualquer material reciclado, em fim é vergonhoso em uma cidade onde a maior parte da população é negra se praticar o racismo contra o seu povo. Isso mostra que na sua maioria também ainda se instala o germe da ignorância e do preconceito o que se vê é pobre discriminando pobre e negro racista, esse é o pior de todos os racistas o próprio negro renegar o seu irmão de cor. Nos jornais e na TV as maiorias dos que estão presos ou envolvidos em algum tipo de irregularidades são negros sem formação e sem vergonha na cara, digo isso porque acho que nós os negros devemos buscar o nosso lugar ao sol e tentarmos sermos sempre os melhores em tudo. Na educação, na política, no trabalho e em qualquer lugar, o negro precisa ser mostrado nas páginas sociais e não nas policiais, mais para isto é preciso que o próprio negro se veja como negro e deixe de ser racista.

 

Veja a matéria do AGECOM

 

03/02/2008 – 23:05

Ambulantes e catadores são as maiores vítimas da violência racial

 

Os ambulantes e catadores são as maiores vítimas da violência racial e contra a mulher registradas pelo Observatório Racial e de Violência contra a Mulher desde o início do Carnaval. Das oito ocorrências anotadas, a maior parte envolveu casos de agressão, física ou verbal, com pessoas que trabalham no Carnaval.

Entre os casos registrados destacam-se problemas com a fiscalização das licenças de venda de bebidas e outros produtos, negligência policial para com trabalhadores que passaram mal nas ruas, ou brigas entre trabalhadores e foliões. Segundo o Observatório, o que há de comum entre todas as ocorrências registradas é que as vítimas são negras e, em muitos casos, mulheres.

Pesquisa divulgada hoje pelo Observatório revela que 88,16% dos catadores e ambulantes presentes no circuito do Carnaval ganham menos que três salários mínimos, sendo que 38,16% das famílias recebem até um salário. Os dados referem-se ao terceiro dia de apuração da equipe montada pela Secretaria de Promoção da Igualdade do Estado (Sepromi) e Secretaria Municipal de Reparação (Semur).

Com coordenação do professor Carlos Alberto Costa Gomes, a pesquisa coletou dados sobre a renda média, a dependência na estrutura familiar e a saúde dos catadores e ambulantes durante o Carnaval.

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