Falando sobre SINDICATO DOS VIGILANTES DO ESTADO DA BAHIA

 

Citação :

Aos poucos, os profissionais de vigilância do estado da Bahia, esta enxergando o seu sindicato como uma poderosa arma de luta contra os picaretas donos de empresas de segurança privada. As conquistas estão sendo mostradas e acompanhadas pela sociedade em vários meios de comunicação. Os profissionais preucupados já estão se reunindo mais no sindicato em busca de apoio e de conhecimentos sobre as leis trabalhistas, afinal é de obrigação todo o trabalhador saber sobre as leis doque ele mais sabe fazer que é Trabalhar.  A aprovação da PLS é mais uma conquista  para a nossa categoria. Com lutas e perserveranca venceremos. E o ”sangue da desigualdade nuncamas pingará das nossas costas”.

Atenciosamente: Carlos Bomfim – Mat: 3925

SINDICATO DOS VIGILANTES DO ESTADO DA BAHIA
APROVADO PLS 387/2008, doSenador Paulo Paim – PT/RS APROVADO PLS 387/2008, do Senador Paulo Paim – PT/RS – Que altera a redação do caput do art. 193 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, para dispor sobre as atividades ou operações perigosas.Por unanimidade, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou nesta quarta-feira (26), em decisão terminativa, projeto de lei de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) que inclui entre as atividades profissionais com direito a pagamento de adicional de periculosidade aquelas que exponham o trabalhador a contato permanente com explosivos ou inflamáveis, por representarem acentuado risco de vida, perigo iminente de acidente ou violência física. Na justificação do PLS 387/08, anexo, Paulo Paim afirma que existem várias profissões que trazem risco à vida e à integridade física dos que as exercem, mas que não estão relacionadas no artigo 193 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que trata do direito ao adicional 30% sobre o salário, a título de periculosidade. O senador mencionou, especificamente, entre os beneficiados pela lei os vigilantes, principalmente por estarem sujeitos a disparos de armas de fogo. Para o senador, essa situação é injusta, por tratar diferentemente trabalhadores expostos ao mesmo problema. Paim acrescentou que o adicional de periculosidade jamais será capaz de compensar a exposição da vida ao perigo, mas representa o reconhecimento e a valorização dos profissionais. Paim havia se comprometido com a nossa categoria em apresentar este projeto, como desdobramento da audiência pública que tivemos por ocasião da 1º Marcha Nacional dos Vigilantes, no final do ano passado.

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