Praças se tornam espaços proibidos ao lazer

Desenvolver, a qual preço?

 

A capital baiana tem uma administração pública que não cuida de suas praças e nem de seu lagos.

As praças durante o dia é usado como depósito de lixo, residências para moradores de rua e para os usuários de drogas, que dormem largados no chão como se estivesse em uma acochoada cama numa suíte presidencial.

À noite, além disso, tem outro fator, a iluminação que transforma as nossas superfaturadas praças em um ambiente com a aparência de um cemitério antigo. Tornando assim, difícil, o tão sonhado lazer.

Quanto aos lagos, já quase não existem mais, pois, foram depedrados e entulhados.

Na região da Brasilgás tem uma lagoa que pede socorro há anos e nunca foi ouvida pelos órgãos competentes, os quais deveriam preservá-la e conservá-la. A velha lagoa com menos de seu tamanho original, por conta dos aterros que sofreu com as construções de galpões de empresas com proprietários que não respeitam o meio ambiente, mas sim, o meio de se ganhar dinheiro, não se importando em degradar e tornar a cidade feia.

Na região da Avenida Paralela, outras lagoas correm o mesmo risco de também desaparecer devido às grandes construtoras que prometem destruir toda a fauna e flora existentes nesse lugar em curto prazo e chamam isso de desenvolvimento urbano.

Os órgãos competentes têm que preservar e fiscalizar os patrimônios aquáticos dessa cidade.

 

Leia agora a meteria original, que gerou o meu comentário acima.

Praças se tornam espaços proibidos ao lazer

Hieros Vasconcelos, do A TARDE

Iracema Chequer / Ag. A TARDE

Praça da Piedade: ocupada por moradores de rua e abandonada pelo poder público

Praça: qualquer espaço público urbano, livre de edificações e que propicie convivência e recreação para seus usuários. Em Salvador, no entanto, o item recreação está distante da realidade. São 570 praças que pouco têm a oferecer para a população: escuras e sem policiamento,  tornaram-se alvos fáceis para a depredação e servem de dormitório e sanitário para moradores de rua, além de ponto para usuários de drogas.

Responsável pela manutenção e conserto dos espaços, a Companhia de Desenvolvimento Urbano (Desal) – autarquia da Secretaria Municipal de Transporte e Infraestrutura (Setin) – reconhece a degradação e informa que são gastos com a manutenção pelo menos R$ 3,5 mil por dia, o que soma cerca de R$ 900 mil, até agora, em 2010. Este ano, 70 monumentos  foram arrancados ou destruídos. “Com o total gasto, dava para construir uma praça por mês”, diz o titular da Setin, Euvaldo Jorge.

A justificativa para o triste cenário, diz Euvaldo Jorge, está na ação de vândalos, que roubam equipamentos para vender e comprar drogas, e no grande número de moradores de rua em Salvador. “Arrumamos uma praça hoje e amanhã faltam equipamentos, como  cabos de iluminação, refletores e pedaços de estátuas”, relata ele.  Segundo dados da Desal,  70% dos espaços sofrem depredação após a inauguração.  De acordo com o órgão, Salvador é a cidade que mais tem praças no Brasil.

A equipe de A TARDE percorreu nove espaços públicos conhecidos: Largo da Madragoa, Largo de Roma, Largo do Papagaio, Praça Dois de Julho, Praça da Piedade, Praça Olga Mettig, Passeio Público, Largo do Campo Grande e a Carlos Batalha (Rio Vermelho).

Em todos os espaços visitados, verificaram-se lâmpadas de postes apagadas, grama e árvores sem cuidado, parques para crianças quebrados, ausência de policiamento, de guarda municipal e de fiscalização. A Secretaria Municipal de Serviços Públicos (Sesp) não se pronunciou sobre o tema, apesar dos pedidos de A TARDE, até o fechamento da edição deste domingo, 3.

Fonte: http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5629794

 

 

 

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